Publicado em 17/10/2014 às 08:28:57 - Atualizado em 22/10/2014 ás 08:18:00

 

Prefeitura acolhe crianças e adolescentes em novo espaço

 

A Prefeitura Municipal de Itaquaquecetuba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, transferiu 24 crianças e adolescentes para o novo espaço de acolhimento institucional da cidade. O abrigo está localizado no Morro Branco e conta com estrutura adequada para atender menores em situação de maus tratos e vulnerabilidade social, que hoje dependem exclusivamente do atendimento oferecido pela gestão municipal. 
A unidade funcionava anteriormente no bairro Parque Marengo e a mudança se deu por iniciativa do prefeito Dr. Mamoru Nakashima e da secretária municipal de Desenvolvimento Social, Claudia Marzagão, preocupados com a formação dessas crianças e o crescimento delas em um espaço adequado, com toda infraestrutura que um lar familiar mantém. 
O novo espaço conta com cinco quartos (divididos para adolescentes, crianças e berçário), quatro banheiros, sala, refeitório, hall, playground, sala para equipe técnica e cozinha.
“Uma gestão que defende a qualidade de vida das crianças, com certeza se preocupa com o futuro do município, porque lá frente são eles que contribuirão com parte do desenvolvimento da cidade. Hoje nosso olhar está totalmente voltado para atender bem e incentivar a autonomia da população carente do município, e que depende do nosso atendimento”, aponta a secretária.
As crianças e adolescentes de 1 a 16 anos transferidos, que viviam num espaço pouco estruturado no Marengo, já se adaptaram ao ambiente da casa nova. Livros, brinquedos e roupas de cama foram doados por parceiros para atender os jovens.
“Já providenciamos também as transferências para escolas próximas para que eles continuem os estudos. A educação deles é prioridade para o município”, frisou o prefeito Dr. Mamoru Nakashima. 
Quando assumiu a governo da cidade, o prefeito Mamoru tomou como uma de suas prioridades zelar pelo bem estar das crianças e adolescentes e já no início da gestão deu início ao processo burocrático para a aquisição de um imóvel e um local adequado para receber os menores em situação de maus tratos ou abandono encaminhados pelo Conselho Tutelar.